Preservação muscular
Aumento estratégico de proteína, distribuída ao longo do dia, para combater a sarcopenia que se acelera na perimenopausa.
Acompanhamento online para mulheres entre 35 e 50 anos. Cuidado nutricional individualizado para sintomas hormonais, mudanças no metabolismo, sono, composição corporal e bem-estar.
Entenda
Perimenopausa é o período de transição que antecede a menopausa, podendo começar entre os 35 e 45 anos e durar de 4 a 10 anos. Diferente da menopausa em si (que é o último ciclo menstrual), a perimenopausa é marcada por flutuações hormonais intensas — estrogênio e progesterona oscilam de forma imprevisível.
São esses anos que muitas mulheres descrevem como 'eu não me reconheço mais'. O metabolismo muda, o sono fica mais leve, o corpo armazena gordura de outra forma, o humor oscila — e tudo isso ainda é muito pouco discutido na medicina convencional brasileira.
A boa notícia: a perimenopausa é uma das fases em que a nutrição tem maior impacto. O que você come, como você dorme, quanto você se movimenta e como você lida com o estresse mudam profundamente como você atravessa esses anos.
Cuidado nutricional
Na perimenopausa, o foco da nutrição muda: a prioridade passa a ser preservação de massa magra (porque a perda muscular acelera), saúde óssea (pela queda do estrogênio), controle metabólico (porque a sensibilidade à insulina diminui) e modulação dos sintomas (sono, humor, ondas de calor).
O consumo de proteína precisa aumentar — mulheres na perimenopausa se beneficiam de 1,2 a 1,6 g de proteína por kg de peso corporal por dia, distribuída ao longo das refeições. Cálcio, vitamina D, magnésio, ômega-3 e fitoestrógenos naturais (como linhaça e soja moderada) entram como aliados estratégicos.
Não existe pílula mágica nem dieta única para perimenopausa. Existe um cuidado individualizado, que considera seus exames, seus sintomas, sua rotina e a fase exata em que você está.
Aumento estratégico de proteína, distribuída ao longo do dia, para combater a sarcopenia que se acelera na perimenopausa.
Estratégias para manter sensibilidade à insulina e controle do peso visceral em uma fase de mudanças hormonais.
Cuidado com horários, qualidade dos carboidratos e timing das refeições para apoiar o sono e reduzir picos de cortisol.
Cálcio, vitamina D, magnésio e ômega-3 com base em exames e necessidades individuais.
Pode começar entre os 35 e 45 anos, mas a maioria das mulheres entra na perimenopausa entre 40 e 47 anos. A duração média é de 4 a 8 anos, mas pode chegar a 10 anos.
É um dos sintomas mais comuns. A queda do estrogênio muda como o corpo armazena gordura (mais visceral), reduz a massa muscular e diminui a sensibilidade à insulina. A boa notícia: dá para reverter, mas o cardápio precisa mudar.
Quem decide isso é seu ginecologista. A nutrição funciona com ou sem reposição, e em muitos casos potencializa o resultado da reposição quando ela existe.
Muitos sintomas melhoram bastante com nutrição, sono, movimento e manejo do estresse. Outros podem precisar de suporte médico adicional. A nutrição é uma das ferramentas mais poderosas, mas não é a única.
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